Número total de visualizações de páginas

sábado, 15 de janeiro de 2011

Tempestade

O céu grita, angustiado. Mostra a sua cara de zangado. Liberta tudo o que reteve por tanto tempo. Chora. Mas as suas lágrimas são doces, não salgadas.
Desta vez apeteceu-me gritar com ele. Chorar com ele. Sentir a sua força na minha pele, deixar as suas lágrimas lavar a minha alma, os meus pensamentos, as minhas preocupações. Mas quando dei conta passou, o céu ficou azul.
“Não é justo” pensei “até a tempestade me virou as costas…”


(10.012011)

Sem comentários:

Enviar um comentário